quinta-feira, 24 de julho de 2008

20 DICAS DE SUCESSO



Olá,
Hoje trago coisinhas bem simples para viver melhor. A dica é do Luiz Marins Filho, de quem sou fã. Retirei do site WWW.profissaomestre.com.br
Beijos e boa leitura.
Eliete Nascimento


20 Dicas de Sucesso
Luiz Marins Filho


1. Elogie três pessoas por dia.
2. Tenha um aperto de mão firme.
3. Olhe as pessoas nos olhos.
4. Gaste menos do que ganha.
5. Saiba perdoar a si e aos outros.
6. Trate os outros como gostaria de ser tratado.
7. Faça novos amigos.
1. Saiba guardar segredos.
2. Não adie uma alegria.
3. Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados.
4. Sorria.
5. Aceite sempre uma mão estendida.
6. Sempre que possível, pague suas contas em dia.
7. Não reze para pedir coisas; reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem.
8. Dê às pessoas uma segunda chance.
9. Não tome uma decisão quando estiver cansado ou nervoso.
10. Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas.
11. Doe o melhor de si no seu trabalho.
12. Seja humilde, principalmente nas vitórias.
13. Jamais prive uma pessoa de esperança. Pode ser que ela só tenha isso.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

APROVEITE ONDE VOCÊ ESTÁ



Olá,
Hoje traga uma pequena mensagem para iniciar bem a semana. O recesso está chegando e será um bom momento para descansar e recarregar energias para o próximo semestre.
A fonte: www.profissaomestre.com.br.
Beijos e boa leitura!
Eliete Nascimento



Aproveite onde você está

Ralph Marston
Não existe nada que seja intrinsecamente agradável. O que uma pessoa adora, outra com certeza pode odiar. O “agradável” vem da sua atitude perante aquela situação particular, e não da situação em si.

Muitas pessoas procuram em vão por atividades, relacionamentos, ambientes e diversões agradáveis. Uma estratégia muito melhor seria parar de procurar e começar a aproveitar.

O prazer não está na atividade. O prazer está em você. Onde estiver, seja lá o que estiver fazendo, encontre uma maneira de divertir-se. É claro que é muito bom procurar grandes conquistas ou melhorar a vida. Mas não se engane imaginando que essas coisas virão embrulhadas em prazer. Afinal, o prazer depende de você.

Talvez você não tenha escolhido estar onde está, e é muito bom que dedique-se a mudar de rumo. Mas, enquanto estiver aí, aceite o fato e aproveite o máximo que puder. Quanto mais você aproveitar os pequenos momentos, mais prazer terá quando chegar onde quer.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

RECLAMAR OU LAMENTAR



Olá,
Hoje trago um texto de César Augusto Dionísio sobre reclamações e lamentações. A fonte? http://www.profissaomestre.com.br
Beijos e boa leitura!
Eliete Nascimento


Uma frase de Mark Twain, que não me sai da cabeça desde que conheci, aceita uma breve tradução como “Aparentemente, não existe nada que não possa acontecer hoje”. O escritor americano deposita, assim, em nossas mãos, nosso próprio destino. Já que aparentemente tudo pode acontecer hoje, devo descobrir qual a minha contribuição nas coisas que comigo acontecem. Lembro ainda que a rota de uma vida inteira se relaciona indireta e intimamente às decisões que tomamos no cotidiano. Um dia por uma vida e uma vida por um dia. E neste mapa de incertezas, acertar ou errar pode ser uma questão de ponto-de-vista, uma questão entre fazer ou não fazer, aceitar ou não aceitar, uma questão bem localizada no dilema de reclamar ou lamentar.

Observando bem de perto as palavras ‘reclamar’ e ‘lamentar’, uma distinção clara me chega à mente depois de uma reflexão que surgiu como uma faísca de pensamento. ‘Reclamar’ e ‘lamentar’ são duas palavras muito distintas em sua aplicação e uso e que podem definitivamente mudar o cotidiano de muita gente por aí.

Reclamamos quando achamos que está errado e queremos mudança. Lamentamos quando não tem mais conserto ou solução. Não tem mais jeito. Para quem reclama, ainda existe um jeito. Para quem lamenta, não mais. ‘Reclamar’ é buscar uma solução. Uma, pelo menos. ‘Lamentar’ acontece quando todas as soluções já se foram e se encontram esgotadas. Ou melhor, nem se encontram mais. ‘Reclamar’ é procurar e não achar. ‘Lamentar’ é nem tentar achar. Lamentações servem como ponto final. Reclamações são vírgulas, à procura de um texto melhor. Reclamamos justamente para não termos que lamentar no futuro. Reclamar com educação representa um grande e forte traço de consciência.
Importante mesmo é aprendermos a reclamar. Um consumidor consciente reclama. Mas um consumidor consciente é, acima de tudo, um consumidor educado. Educação, consciência e reclamações são conceitos relacionados em cadeia.
Até para fazer auto-crítica é preciso ter educação, no sentido mais trivial das boas maneiras. Ser rude consigo mesmo não vale. Reclamar educadamente traz a boa oportunidade de se perguntar: ‘E agora?’. Nessa possibilidade de transformação, está a possibilidade de melhoria.
Reclamamos com nossos filhos na tentativa de educá-los. Não desistimos deles. Senão, restaria apenas lamentar. Feliz daquele que reclama com educação. Feliz daquele que reclama de si próprio para si próprio.
Feliz daquele que consegue abrir ou fechar portas conscientemente e provar que é mestre de si. Triste daquele a quem só resta lamentar porque não foi educado.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

QUEBRA-CABEÇAS



Olá,
Hoje trago um texto do Rubem Alves sobre a vida. Fonte: http://www.rubemalves.com.br/
Beijos e boa leitura.
Eliete Nascimento


Quebra-cabeças
Rubem Alves


Penso que a vida se parece com um quebra-cabeças.
Quebra-cabeças: milhares de peças espalhadas sobre a mesa, uma bagunça enorme, que não faz sentido. Mas as caixas dos quebra-cabeças que se compram nas lojas dizem que a bagunça pode se transformar em beleza: elas trazem impresso o modelo, que pode ser um lago, um castelo, um menina lendo um livro, um jardim, um anjo tocando bandolim...
Gastamos então horas e horas (eu já gastei meses...) pacientemente trabalhando para transformar o caos em sentido.
Pois eu pensei que a vida é um quebra-cabeças com milhares, milhões de peças.
Mas acontece que o quebra-cabeças da vida não vem acompanhado de um modelo.
Não sabemos o seu sentido.
Não sabemos como é a sua beleza. O modelo precisa ser inventado.
E é somente o coração, ajudado pela inteligência, que pode fazer isto. Os dois se põem, então, a trabalhar. Observam as peças, conferem as cores, examinam as formas e, repentinamente, aparece um modelo, produzido pela magia da imaginação.
O modelo não foi visto, porque ele não está em lugar algum. Ele é um sonho! Mas, se é que não sabem, que aprendam: a vida é feita com sonhos!
Se o sonho nos parecer belo, começaremos a organizar as peças fragmentárias da nossa vida para que o sonho se torne realidade porque desejamos que a vida seja bela.
Certezas não há.
Mas se o sonho nos seduzir por sua beleza, teremos coragem para apostar nele a nossa vida inteira. Apostar a nossa vida num sonho, sem certeza alguma, é isso que se chama fé. A essa beleza invisível, sonhada que nos seduz e chama, eu dou o nome de Deus...
Como disse Fernando Pessoa: “ Deus quer. O homem sonha. A obra nasce.”

terça-feira, 1 de julho de 2008

O LOBO CALUNIADO



Olá,
Hoje trago outra versão de uma história muito conhecida. A fonte: LIEF, Fern. In: “Direitos Humanos no Brasil, conferencia para educadores”. São Paulo, Editora Artes Gráficas. 1986. Pode se rusado para trabalho com questões relacionadas a interpretações, literatura, versões diferentes do mesmo fato, novos olhares, pontos de vista, razão, etc.
Beijos e boa leitura!
Eliete Nascimento.


O Lobo Caluniado

A floresta era o meu lugar. Eu morava lá e cuidava dela. Tentava mantê-la limpa e em ordem. Num dia ensolarado, enquanto estava retirando o lixo que um campista havia deixado, ouvi uns passos. Pulei atrás de uma árvore e vi uma menina meio feia descendo o caminho e carregando uma cesta. Logo desconfiei dessa menina porque estava vestida de uma maneira muito estranha: toda de vermelha e com a cabeça coberta de tal forma que parecia não querer que alguém soubesse quem era. Claro que parei para verificar quais eram suas intenções. Perguntei quem era, aonde ia, de onde vinha. Ela me contou uma história mal contada, de que ia para casa da avó com uma cesta de comida. Parecia ser uma pessoa honesta, mas acontece que ela estava na minha floresta e, de fato, parecia meio suspeita com essa roupa estranha que vestia. Então, resolvi lhe dar uma lição para mostrar como era séria essa história de se pavuniar pela floresta sem ser anunciada e vestida dessa maneira.
Deixei-a seguir seu caminho, mas logo corri na frente para chegar na casa de sua avó. Quando vi aquela senhora simpática e lhe expliquei meu problema, ela concordou que sua neta precisava aprender uma lição. Escondeu-se debaixo da cama, esperando que eu a chamasse quando fosse necessário.
Quando a menina chegou, eu a convidei para ir ao quarto onde eu estava. Eu estava na cama, vestido como sua avó. A menina entrou toda corada e disse alguma coisa malcriada sobre minhas grandes orelhas. Já havia sido insultado antes, tentei então aproveitar suas palavras, sugerindo que minhas grandes orelhas me ajudariam a ouvir melhor. O que eu quis dizer é que gostava dela e queria dar maior atenção ao que ela dizia. Mas aí, ela fez mais uma gozação, dizendo que meus olhos eram esbugalhados. Agora você pode entender o que eu estava começando a sentir por aquela menina. Com essa fachada tão bonita, ela escondia ser uma pessoa muito desagradável. Mas resolvi lhe dizer que meus olhos grandes me ajudavam a vê-la melhor.
O insulto seguinte realmente me atingiu. Eu tenho um problema com esses meus dentes muito grandes. E essa menina fez uma malcriação a respeito deles. Sei que deveria me controlar, mas pulei da cama e rosnei dizendo que meus dentes me ajudariam a comê-la melhor.
Agora, vejam bem, nenhum lobo comeria uma menininha, todo mundo sabe disso, mas essa menina maluca começou a correr pela casa gritando e eu correndo atrás dela tentando acalmá-la. Eu já tinha tirado a roupa da vovó, com a qual estava vestido, mas isso parecia piorar as coisas. Até que, de repente, a porta se abriu som um estrondo e um lenhador grandão estava lá de pé, com seu machado. Eu o olhei e vi que estava em apuros. Havia uma janela aberta perto de mim e pulei fora.
Gostaria de dizer que este foi o fim da história. Mas acontece que aquela vovó nunca contou o meu lado da história. Logo espalhou o boato de que eu era um lobo mesquinho o chato. Todo mundo começou a se esquivar de mim. Não sei bem o que aconteceu com aquela menina, mas eu não vivi feliz para sempre.