sábado, 19 de setembro de 2009

ONDE DEIXEI MEUS ÓCULOS?



Olá,
Hoje trago um texto sobre memória. E quem melhor para ilustrar este tema do que a personagem Dori, de Procurando Nemo? Se você vive dizendo “onde deixei meus óculos? onde botei guardei meu celular? Meu Deus, como é mesmo o nome dele?”...
Calma, isto tem solução!
O texto abaixo é uma pitadinha do que tem no site, que achei bem explicativo, ilustrado e com muitas dicas. Organizado pela Dra Silvia Helena Cardoso. Indico também a leitura do livro “Mantenha seu cérebro vivo”, que sugere atividades simples que podem estimular o cérebro. Se quiser ler o texto abaixo completo a fonte de consulta é http://www.cerebromente.org.br
Beijos e boa leitura!
Eliete Nascimento


MEMÓRIA
O que nos faz lembrar de uma detalhada história ocorrida no passado? Como deixamos fluir naturalmente as frases complicadas de longas canções? Por que nunca nos esquecemos de como se dirige um automóvel?
Nestes exemplos, a memória surge como um processo de retenção de informações no qual nossas experiências são arquivadas e recuperadas quando as chamamos. É uma função cerebral superior relacionada ao processo de retenção de informações obtidas em experiências vividas.
O termo memória tem sua origem etmológica no latim e significa a faculdade de reter e /ou readquirir idéias, imagens, expressões e conhecimentos adquiridos anteriormente reportando-se às lembranças, reminiscências.
A memória é uma faculdade cognitiva extremamente importante porque ela forma a base para a aprendizagem. Se não houvesse uma forma de armazenamento mental de representações do passado, não teríamos uma solução para tirar proveito da experiência. Assim, a memória envolve um complexo mecanismo que abrange o arquivo e a recuperação de experiências, portanto, está intimamente associada à aprendizagem, que é a habilidade de mudarmos o nosso comportamento através das experiências que foram armazenadas na memória; em outras palavras, a aprendizagem é a aquisição de novos conhecimentos e a memória é a retenção daqueles conhecimentos aprendidos.
Esta intrigante faculdade mental forma a base de nosso conhecimento, estando envolvida com nossa orientação no tempo e no espaço e nossas habilidades intelectuais e mecânicas.
Assim, aprendizagem e memória são o suporte para todo o nosso conhecimento, habilidades e planejamento, fazendo-nos considerar o passado, nos situarmos no presente e prevermos o futuro.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

PEDAGOGIA, CINEMA E FOME



Olá,
Hoje trago um texto de Rubem Alves. Penso que seria interessante se alunos e professores tivessem essa fome de escola. Fome de conhecer, fome de aprender, fome de descobrir, fome de ensinar, fome de viver...
Beijos e boa leitura.
Eliete Nascimento


Receita prá se comer queijo...
“A Adélia Prado me ensina pedagogia. Diz ela: “Não quero faca nem queijo; quero é fome”. O comer não começa com o queijo. O comer começa na fome de comer queijo. Se não tenho fome é inútil ter queijo. Mas se tenho fome de queijo e não tenho queijo, eu dou um jeito de arranjar um queijo...
Sugeri, faz muitos anos, que para se entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros bem que podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias... Se vocês, por acaso, ainda não as conhecem, tratem de conhecê-las: a Babette, no filme “ A festa de Babette” e a Tita no filme “ Como água para chocolate”. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome...”
Para ler o texto completo:
http://www.rubemalves.com.br/receitaprasecomerqueijo.htm