segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

CÉU AZUL NO RIO DE JANEIRO




Foto retirada de g1.com.br

Hoje foi um daqueles dias abençoados no Rio de Janeiro  (embora eu  continue achando que deveria ser feriado, afinal ficamos assistindo a entrega do Oscar, que eu errei no palpite!), mas hoje pela manhã o céu estava de um azul impressionante e o que é melhor, não havia uma nuvem sequer no céu.
Um dia espetacular!
Meu esposo que trabalha na área de química, me conta uma história de alguns anos atrás, que um pesquisador alemão fazendo estudos aqui no Rio foi até a instituição onde ele trabalha. 
A um dado momento o pesquisador alemão vai para o lado de fora e fica olhando o céu, fascinado, estupefato. A um dado momento ele pergunta algo mais ou menos assim:
" o céu aqui é sempre assim com esse azul"?
 As vezes tenho a impressão de que alguns moradores do  Rio nem reparam muito nisso, mas eu ainda sou dessas que olham  para o céu, que repara o céu dia e noite,  que repara no dia,  que sente o vento, que sente na pele o calor (não preciso nem falar que eu gosto de calor!) 
De vez em quando vou para o trabalho caminhando e  no mês de janeiro, na Rua Ibituruna, vi um bando de micos andando pelos fios e claro, parei e tirei algumas fotos com o celular. Eles estavam indo até algumas castanheiras que ficam naquela rua. 
Coisas do Rio...






domingo, 24 de fevereiro de 2013

OSCAR 2013



"Até  na entrega do Oscar tem gente querendo aparecer atrás das câmeras!"...
 Com este comentário feito pela minha filha, começou a "festa do Oscar" aqui em casa.
No meu governo, será  feriado na segunda-feira após o domingo de entrega do Oscar, afinal, é o evento do CINEMA!
Para quem gosta de filme é um prato cheio.
Mas tem aqueles que gostam mais da badalação do que dos filmes, tem os que gostam mais de ver os artistas, tem os que preferem as fofocas dos bastidores,  os que se encantam com as celebridades, os que tiram uma carona no tapete vermelho dos famosos.
De qualquer jeito, uma festa é uma festa e mesmo quem não gosta muito de filmes sempre tem algo interessante para ver na noite do Oscar.
Fiquei pensando em outros anos e outros filmes.
Já pensei em fazer um blog sobre filmes, mas o tempo anda curto...
Poderia aproveitar o trocadilho e fazer um blog "curta-metragem"...rs
São muitos filmes queridos e vistos ao longo dos anos. Nem sempre a gente concorda como filme vencedor. Em 2012 quem levou foi O Artista mas amei Hugo, que inclusive passou ontem num dos canais do telecine, considero o filme Hugo um dos melhores filmes que já assisti até hoje, mas claro, numa festa americana, leva a melhor as histórias tipicamente americanas.
Entre os vencedores de anos anteriores meus preferidos são:
Os infiltrados (The Departed, 2007),
Crash, no limite (Crash, 2006),
O Discurso do Rei (The King's Speach, 2011 - este impressionante pois a história é inglesa, mas o filme é uma surpreendente história de superação e quem melhor que os americanos para eleger uma história de superação?);
O Silencio dos Inocentes (The silence of the lambs, 1992);
Amadeus (Amadeus, 1985)
Forrest Gump (Forrest Gump, 1995);
Coração Valente (Braveheart, 1996);
E mais alguns, aliás, muitos outros...
Tem aqueles que achei que, embora sejam excelentes  filmes, mas particularmente eu não daria o prêmio, na  minha modesta opinião: Menina de Ouro (million Dollar Baby, 2005), Guerra ao Terror (The Hurt Locker, 2010), O paciente Ingles (The english patient, 1987) e mais uma meia dúzia... mas ainda bem que eu não tenho direito a voto!
Este ano acho que quem leva o Oscar de melhor filme é Lincoln.
Vamos ver. Apostas feitas. Pipocas preparadas.
Vamos ao tapete vermelho!






domingo, 17 de fevereiro de 2013

MARCELO GLEISER E SAUDADE DE MÃE


Foto: Marcelo Gleiser no Programa do Jô. Retirada do site www.globo.com



Hoje, remexendo meus livros, encontrei uma marcação a lápis, pois tenho a mania de, quando gosto de um trecho de um livro ou quero voltar a ele, deixo marcado. 
É um  livro do Marcelo Gleiser,  astrônomo  e físico brasileiro conhecido do grande público por apresentar o quadro Poeira das Estrelas, no Fantástico e alguns documentários no canal Discovery. Gosto muito do que ele escreve, pois não envolve somente física ou  astronomia, acho que a forma como ele escreve beira  a filosofia. Eu particularmente detesto física e (talvez por isso) o considere um profissional  brilhante, que  me faz ver a física e ler sobre  o assunto de outra forma. Meu marido às vezes banca o marido ciumento e reclama quando leio Marcelo Gleiser antes de dormir: “este cara está  vindo muito na nossa cama, não estou gostando nada disso...” , mas é só brincadeira! A verdade é que apesar de alguns temas complexos, a leitura fica acessível. É   livro de física para quem não  estuda física, porque muitos  livros desta  área  são feitos somente para quem é do ramo. 





Pois bem, vamos ao meu livro e ao trecho que marquei : trata-se do livro Criação  Imperfeita, da Editora Record, e que me foi dado de presente pela minha amiga Fátima Lyra, que tenho certeza que está do ladinho de Deus, em bom lugar, ajudando a revisar os textos divinos em todos os idiomas.   Fátima trabalhou nesta editora por muitos e muitos anos e este foi um dos livros que ela me deu ao longo do tempo que tive o prazer e o presente da convivência  com uma pessoa tão querida por todos aqui em casa. O trecho do livro fala da ausência da mãe do autor e eu acho  um trecho muito tocante. Consta na página 30, da 2ª Edição. 

Diz assim:


“ Sei que  pareço ter sido um pré-adolescente um tanto desequilibrado, mas minha morbidez  não vinha do nada. Quando tinhas seis anos, minha mãe morreu em circunstâncias trágicas. Agora que tenho filhos, vejo no meu dia a dia a devastação emocional que uma perda dessas causa. De repente, passei a ser a criança que não tinha mãe, a que meus amigos olhavam de forma estranha, como se fosse uma ovelha desgarrada. Quantas vezes ouvi mães e babás dizerem às suas crianças, “Coitadinho do Marcelo, ele não tem uma mamãe feito você. Vai lá, brinca com ele, brinca.” Não é apenas a humilhação de de ser diferente, ou a dor de não ter mais o amparo emocional, a doçura, os carinhos da mulher que o pôs no mundo. O mais doloroso de não ter uma mãe é não ter uma mãe: é não ter o seu colo e os seus abraços quando você tem medo; é não ter alguém para celebrar com você as  notas boas ou a vitória num jogo; é não ter mais aquela pessoa que você sabe que o amará sempre, incondicionalmente. Todos os dias via meus amigos saindo da escola de mãos dadas com suas mães, sorrindo, contentes da vida, e me sentia amaldiçoado. A maior tragédia de não ter mãe é saber que ela não o verá crescer, que não será mais parte da sua vida; é saber que haverá um lugar vazio na sua formatura, no seu casamento, no nascimento do seu primeiro filho. É a ausência que dói. A maior tragédia de não ter mãe é que é para sempre.”

E eu concordo plenamente com esta saudade de mãe. Realmente,  é dor  para sempre. Minha mãe participou das minhas formaturas, do nascimento dos netos, mas ainda assim, muita vida ainda estamos vivendo depois que ela se foi e gostaríamos que ela estivesse conosco, seja para o colo nos momentos dificeis ou para a comemoração das vitórias que conseguimos.  A lembrança, não traz de volta, mas por vezes conforta. Fiquemos então com a lembrança,  doce,  risonha e viva. A minha era  risonha  e alegre demais e amava muito viver. Então vamos viver a vida, como gostaria minha mãe!
Boa semana a todos!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

DEPOIS DO CARNAVAL? QUE NADA!


Olá, 
Depois de algum tempo sem postar, retomei o blog com poucas palavras... afinal, é (quase) carnaval!
Beijos e boa leitura!
Eliete  Nascimento


Dizem por aí, ou melhor, dizem por aqui, pela Cidade Maravilhosa que o ano só começa depois do carnaval. Discordo. O ano já começou! Na creche onde estou diretora 2013 está em vigor desde o dia 07 de janeiro. E com muito trabalho pela frente, pelas costas, pelos lados, por todos lugares, por todos os poros...
Trabalhei na mesma escola por quase 20 anos e em 2012 tomei uma decisão: mudar. E algumas mudanças geram desconforto. A desacomodação demanda  energia, novas aprendizagens, gerenciamento de seus próprios conflitos. 
Mas 2012 passou e no final do ano a sensação de dever cumprido trouxe o alívio necessário para continuar uma jornada que está só começando...
Este ano de 2013 chegou com boas notícias, mas também com   outros desafios. E para enfrentar estes novos e alguns velhos desafios, com que ajuda podemos contar? Com a experiência de 2012,  com as  lições de cada dia, com a ajuda dos companheiros de curtas ou longas jornadas, com o aprendizado acumulado ao longo dos anos e principalmente ao longo de 2012, que valeu muito a pena!